Via: Movimento Indigena
Fonte: Internet
CARTA ABERTA FINPAT – DSEI/BA/SESAI
A Federação Indígena das Nações Pataxó e Tupinambá do Extremo Sul da Bahia – FINPAT, vêm por meio de esta parabenizar os Povos Indígenas da Bahia pela concretização de mais um projeto de autonomia e protagonismo indígena na chegada de um índio no comando da Saúde Indígena na Bahia. O projeto é legítimo e respeitou a democracia, com consulta e participação coletiva, mesmo aqueles parentes que não entendem neste momento que rompemos um sistema vicioso de manipulação, omissão e extermínio dos nossos índios.
Devemos está juntos para resgatar a nossa dignidade de servir a nós mesmos, não podemos falhar, porque agora essa é nossa vez. O salto foi grande, mas também aumentou a nossa responsabilidade com a qualidade da saúde dos nossos Povos.
A nossa força está na União, os avanços entre nós devem está na confiança e no aprender fazer aliança e parceria com nós mesmos, pois se isso não acontecer vamos está sempre sendo manipulados por aqueles que querem tirar vantagens nas chefias de órgãos e instituições que são responsáveis pela execução das políticas públicas voltados aos povos indígenas brasileiros.
Este momento é de reflexão das nossas atitudes, não adianta o nosso discurso enquanto representantes indígenas em Brasília ser um e na hora de defendermos garantia de Direitos de Base ser a favor do colonizador.
Antes só tínhamos o Poder de Voz, hoje também temos o Poder da Caneta. Por isso, a relação de confiança e compromisso com a população indígena baianos, será muito importante para superar as dificuldades.
Neste momento devemos aproveitar a força e diversidade de todos para planejar e executar as ações tão importantes no atendimento à saúde dos povos indígenas. Portanto, meus parentes e amigos, a união faz a força, com as mãos unidas fortalecerá a nossa unidade. Enquanto estivermos nos conflitos e divergências, as pessoas estão morrendo nas aldeias por falta de atendimento médico.
Atenciosamente,
Gerdion Santos do Nascimento – Aruã Pataxó
Cacique da Aldeia Coroa Vermelha
Presidente da Federação Indígena - FINPAT
Gerdion Santos do Nacimento - Aruã Pataxó
Cacique da aldeia Indigena Pataxó da Coroa Vermelha
Presidente da Federação das Naçãoes Pataxó e Tupinambá do Extremo sul da Bahia
Resistência Indígena Continental
sexta-feira, 17 de maio de 2013
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Año 233 del Martirologio de Tupaq Amaru y Micaela Bastidas
Abya Yala>>Perú<
Sábado, 18 de mayo del 2013
Lugar: Parque Cecilia Tupaq Amaru de Sikuani-Cusco-Perú
Hrs: 11.00 am
José Gabriel Tupaq Amaru
Micaela Bastidas Phuyuqhawaq
Francisco Tupaq Amaru
Hipólito Tupaq Amaru
Tomasa T’ito Condemayta
Antonio Bastidas
Andrés Castelu
José Berdejo
Antonio Oblitas
José Amaru
Miguel Ancco
Pedro Mendigure
Ramón Ponce
Francisco Torres
Gregorio Enríquez
Pedro Mamani
Isidoro Puma
…
“Aquí no hay más que solo dos cómplices,
tu por oprimir a mi pueblo y yo por liberarlo”
Organiza: CONACAMI
ORGANIZACIÓN DE MUJERES INDÍGENAS DE CANCHIS
CENTRAL ÚNICA DE RONDAS CAMPESINAS DE CANCHIS
Informes:
comunicacionconacami@gmail.com
qanchisuyu@gmail.com
Cel. 956060414 – 974430222
Qanchisuyu - Qullasuyu - Estado Plurinacional Tawantinsuyu
sexta-feira, 10 de maio de 2013
YURA-NÁ
Via: Eliésio Marubo

Fonte: Internet
YURA-NÁ
Yura-ná na língua Marubo, usando uma tradução literal, significa algo pertencente aos povos indígenas. É nesse espírito de coletivo que surge uma terceira via na representação do interesse coletivo indígena. O estado do Amazonas possui a maior diversidade étnica do país, e também possui muitas organizações indígenas espalhadas nos seus 62 municípios. As organizações indígenas funcionam com a mesma lógica legislativa do modelo de parlamento do Brasil. Nas aldeias, em tempo determinado, se escolhem os representantes que ficarão durante um tempo representando os interesses das populações indígenas. Essa lógica tem funcionado desde a década de 60 quando as populações indígenas se lançaram na participação política, seja ajudando os poderes a pensar sua política pública, seja abrindo espaço político para atuação diretos dos povos. Durante algumas décadas as organizações indígenas fizeram muito bem seu papel finalístico garantindo a consolidação da participação nos planejamentos estatais e fortalecendo a luta coletiva no Brasil. No fim de 1999 e começo do ano 2000 as organizações indígenas passaram a desempenhar o papel de executoras das políticas públicas como incentivo oferecido pelo governo federal. Uma das grandes propostas governamental foi a autoexecução da política de saúde indígena pelas organizações que finalísticamente não previam esse tipo de atuação, ser linha de frente é de longe o papel da principal de uma Ong nessa área de atuação. Nesse cenário, estas deixaram de produzir a matéria prima de qualidade que serviu como força motriz e ponta de lança no movimento e na luta dos povos indígenas por décadas, controle social. Ainda nos dias de hoje, o controle social tem sido mal desempenhado pelas organizações indígenas no que concerne a atuação governamental igualitária, justa e legal. O caos se instala quando, junto disso, ainda há desgaste e falta de visão governamental na produção da política pública voltada para as populações indígenas. A política de saúde é um desses grandes gargalos que afetam de morte as populações indígenas. Regiões como a terra indígena Vale do Javari possuem grande índice de contaminação por doenças infecciosas, entre elas a Hepatite. A junção de inércia governamental, falta de controle social e o grande índice de contaminação pela Hepatite naquele lugar e em outras terras indígenas espalhadas pelo Amazonas empurraram minha equipe, meu povo e eu a propor a criação de uma nova frente de atuação popular, sem vinculação política que vislumbra unicamente o controle social das políticas públicas ofertada aos povos indígenas, dando ênfase à política de saúde indígena e ampliando a luta contra as Hepatites virais entre estas. Contagiado pelo dever objetivo de cuidado com meu povo, o povo Marubo, e as populações indígenas da terra indígena Vale do Javari, destaco o controle social como foco central dessa nova frente de atuação social entre as populações indígenas. Ao meu ver, essa terceira via se transforma em ação quando nesse momento estamos consolidando a criação da organização indígena que chamará YURA-NÁ traduzindo o espírito dessa proposta de participação coletiva indígena. Embora nesse primeiro momento priorizemos as questões indígenas, a YURA-NÁ, também amparará a sociedade nos temas sociais a que se propõe. Vale dizer que a sociedade civil, além de ter espaço nessa organização, também será contemplada pela defesa isonômica das políticas públicas de qualidade, justa e legal. A organização YURA-NÁ além de ter o foco na atenção às politicas de saúde ainda desempenhará papel fundamental na interface entre as populações indígenas, a sociedade civil e os governos, sempre tendo como bandeira central, o controle social, a transparência e participação popular. Para demarcar muito bem nossa linha de atuação, A YURA-NÁ, dia 06-05, segunda feira, às 19:00 horas, no hotel CAESAR BUSINESS MANAUS, na avenida Darcy Vargas 654, assinará um protocolo de intenção com duas das mais conceituadas organizações não governamentais de controle social e luta contra as Hepatites virais no Brasil, o Grupo Otimismo e a ONG C Tem que Saber, faz alusão à hepatite C. Além da assinatura do protocolo de intenções, as três organizações farão testagem gratuita em operários da Arena da Amazônia no próximo dia 07-05 pela manhã como primeira ação e compromisso com o social. Sendo esse um momento de regozijo com com interesse social e com a democracia que nos guia, convido a sociedade e povos indígenas residentes em Manaus para participarem da solenidade de criação dessa que pretende ser a tribuna popular da sociedade amazonense na cobrança do "dever ser" social.
Eliésio Vargas Marubo presidente YURA-NÁ

Fonte: Internet
YURA-NÁ
Yura-ná na língua Marubo, usando uma tradução literal, significa algo pertencente aos povos indígenas. É nesse espírito de coletivo que surge uma terceira via na representação do interesse coletivo indígena. O estado do Amazonas possui a maior diversidade étnica do país, e também possui muitas organizações indígenas espalhadas nos seus 62 municípios. As organizações indígenas funcionam com a mesma lógica legislativa do modelo de parlamento do Brasil. Nas aldeias, em tempo determinado, se escolhem os representantes que ficarão durante um tempo representando os interesses das populações indígenas. Essa lógica tem funcionado desde a década de 60 quando as populações indígenas se lançaram na participação política, seja ajudando os poderes a pensar sua política pública, seja abrindo espaço político para atuação diretos dos povos. Durante algumas décadas as organizações indígenas fizeram muito bem seu papel finalístico garantindo a consolidação da participação nos planejamentos estatais e fortalecendo a luta coletiva no Brasil. No fim de 1999 e começo do ano 2000 as organizações indígenas passaram a desempenhar o papel de executoras das políticas públicas como incentivo oferecido pelo governo federal. Uma das grandes propostas governamental foi a autoexecução da política de saúde indígena pelas organizações que finalísticamente não previam esse tipo de atuação, ser linha de frente é de longe o papel da principal de uma Ong nessa área de atuação. Nesse cenário, estas deixaram de produzir a matéria prima de qualidade que serviu como força motriz e ponta de lança no movimento e na luta dos povos indígenas por décadas, controle social. Ainda nos dias de hoje, o controle social tem sido mal desempenhado pelas organizações indígenas no que concerne a atuação governamental igualitária, justa e legal. O caos se instala quando, junto disso, ainda há desgaste e falta de visão governamental na produção da política pública voltada para as populações indígenas. A política de saúde é um desses grandes gargalos que afetam de morte as populações indígenas. Regiões como a terra indígena Vale do Javari possuem grande índice de contaminação por doenças infecciosas, entre elas a Hepatite. A junção de inércia governamental, falta de controle social e o grande índice de contaminação pela Hepatite naquele lugar e em outras terras indígenas espalhadas pelo Amazonas empurraram minha equipe, meu povo e eu a propor a criação de uma nova frente de atuação popular, sem vinculação política que vislumbra unicamente o controle social das políticas públicas ofertada aos povos indígenas, dando ênfase à política de saúde indígena e ampliando a luta contra as Hepatites virais entre estas. Contagiado pelo dever objetivo de cuidado com meu povo, o povo Marubo, e as populações indígenas da terra indígena Vale do Javari, destaco o controle social como foco central dessa nova frente de atuação social entre as populações indígenas. Ao meu ver, essa terceira via se transforma em ação quando nesse momento estamos consolidando a criação da organização indígena que chamará YURA-NÁ traduzindo o espírito dessa proposta de participação coletiva indígena. Embora nesse primeiro momento priorizemos as questões indígenas, a YURA-NÁ, também amparará a sociedade nos temas sociais a que se propõe. Vale dizer que a sociedade civil, além de ter espaço nessa organização, também será contemplada pela defesa isonômica das políticas públicas de qualidade, justa e legal. A organização YURA-NÁ além de ter o foco na atenção às politicas de saúde ainda desempenhará papel fundamental na interface entre as populações indígenas, a sociedade civil e os governos, sempre tendo como bandeira central, o controle social, a transparência e participação popular. Para demarcar muito bem nossa linha de atuação, A YURA-NÁ, dia 06-05, segunda feira, às 19:00 horas, no hotel CAESAR BUSINESS MANAUS, na avenida Darcy Vargas 654, assinará um protocolo de intenção com duas das mais conceituadas organizações não governamentais de controle social e luta contra as Hepatites virais no Brasil, o Grupo Otimismo e a ONG C Tem que Saber, faz alusão à hepatite C. Além da assinatura do protocolo de intenções, as três organizações farão testagem gratuita em operários da Arena da Amazônia no próximo dia 07-05 pela manhã como primeira ação e compromisso com o social. Sendo esse um momento de regozijo com com interesse social e com a democracia que nos guia, convido a sociedade e povos indígenas residentes em Manaus para participarem da solenidade de criação dessa que pretende ser a tribuna popular da sociedade amazonense na cobrança do "dever ser" social.
Eliésio Vargas Marubo presidente YURA-NÁ
quarta-feira, 8 de maio de 2013
Em Pôrto Real do Colégio (Alagoas, Brazil) Rio São Francisco Agoniza ... Dzubucua Kariri Xocó quer salvar o Rio São Francisco
Nós do Blog Resistência Indígena Continental nos solidarizamos com o líder Yachycoran Kariri Xocó e com a Associação Indígena Dzubucua Kariri Xocó para a recuperação ambiental do Rio São Francisco na cidade de Porto Real do Colégio, Alagoas, Brasil.
Nesta cidade ainda não existe Secretaria do Meio Ambiente. Perguntamos ao Ministério Público Federal em Alagoas se os Parentes Kariri Xócó podem receber apoio da Prefeitura, Governo Estadual ou Federal para remover o lixo das margens do Rio São Francisco em Porto Real do Colégio e fazer a recuperação ambiental do solo, bem como a recomposição da mata ciliar nativa, com direito a fazer agricultura orgânica de subsistênca (agricultura tradicional Kariri Xocó)com isto gerando emprego e renda para a Aldeia Kariri Xocó.
Para convencimento da gravidade da situação o Povo Originário Kariri Xocó mostra estas fotos da margem do Rio São Francisco em Pôrto Real do Colégio, Alagoas:




RESISTENCIA INDIGENA CONTINENTAL !!! ANO 520 !!!




RESISTENCIA INDIGENA CONTINENTAL !!! ANO 520 !!!
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Governo Brasileiro prossegue genocídio Guarani Kaiowá (Comunicado Oficial da Comunidaqde Guarani Kaiowá)
Via:
Heitor Karai Awá-Ruvixá Gonçalves
COMUNICADO DA COMUNIDADE
GUARANI – KAIOWÁ DO TEKOHÁ
PINDO ROKY/YEY’IKUE DE CAARAPÓ
MATO GROSSO DO SUL
Fonte: internet
Por racismoambiental, 18/04/2013 17:06
Para: Presidente da República Dilma, presidente do Conselho Nacional da Justiça (CNJ), todos os juízes federais, todas as sociedades e Nações do planeta Terra
Senhores autoridades,
Nós milhares comunidades Guarani-Kaiowá reocupante da terra tekohá tradicional PINDO ROKY-Caarapo-MS, vimos através desta carta comunicar e encaminhar as nossas decisões definitivas às todas autoridades do Brasil e do Mundo.
No dia 12 de abril de 2013, ficamos sabendo que a juíza federal Raquel Domingues do Amaral da cidade de Dourados-MS mandou nós PARAR de nossa manifestação PÚBLICA pela JUSTIÇA E A JUÍZA FEDERAL EXPEDIU UMA ORDEM PARA NÓS SAIR daqui de nossa terra antiga PINDO ROKY onde estão enterrados os nossos antepassado, o último, NO DIA 18 DE FEVEREIRO DE 2013, enterramos aqui o DENILSON BARBOSA que foi assassinado pelo fazendeiro ORLANDINO BEZERRO CARNEIRO. Essa terra PINDO ROKY É NOSSA TERRA TRADICIONAL POR ISSO, HÁ DÉCADA, PEDIMOS A DEMARCAÇÃO PARA GOVERNO FEDERAL QUE DESDE 2008 ESTÁ EM ESTUDO DO GOVERNO FEDERAL.
Assim, desde 18 de fevereiro começamos a fazer manifestação pública aqui na tekoha PINDO ROKY, pedindo a justiça e prisão do assassino FAZENDEIRO, mas até os dias de hoje, não são e nem serão atendidos as nossas reivindicações pela justiça local do Mato Grosso do Sul, porém, no dia 12 de abril de 2013, saiu essa ordem de despejo DA JUSTIÇA FEDERAL, sobretudo uma ordem de genocídio oficial e mais violências formais da justiça federal de Dourados contra as nossas vidas Guarani-Kaiowá.
Além disso, a juíza federal Raquel Domingues do Amaral da cidade de Dourados-MS, mandou-nos exumar o DENILSON BARBOSA e levar longe do local enterrado, essa ordem é uma das mais injustiças, violência bárbaras e desumanas contra os espíritos dos cadáveres Guarani-Kaiowá E PROFUNDO DESRESPEITOS ÀS VIDAS DOS GUARANI-KAIOWÁ que foi ordenada pela juíza federal Raquel. A exumação do DENILSON é para ocorrer em dez (10) dias que vence no dia 22 de abril, justamente no dia de aniversário de invasão de nossos territórios tradicionais pelo PEDRO ALVARES CABRAL QUE COMPLETA 513 ANOS DE INVASÃO DE TERRAS INDÍGENAS E GENOCÍDIO GUARANI-KAIOWÁ.
A juíza federal Raquel, certamente com cheio de racismo e ódio profundo contra as sobrevivências indígenas e alimenta publicamente o genocídio, discriminação e ódio contra Guarani-Kaiowá, na sua decisão pedindo dinheiros para nós Guarani-Kaiowá, é para pagar a ela R$ 10.000,00 (dez mil reais por dia) que nos cobrará a partir do dia 22 de abril de 2013, depois de 513 da invasão do atual Brasil, claramente, nós Guarani-Kaiowá sobreviventes, teremos que pagar para o Governo e a Justiça do Brasil para sobreviver aqui em Mato Grosso do Sul. É ISSO?
COBRAR OS POVOS INDÍGENAS INJUSTIÇADOS, ISSO É JUSTIÇA?? NÓS GUARANI-KAIOWÁ TEMOS QUE PAGAR PARA SOBREVIVER EM NOSSAS PRÓPRIAS TERRAS TRADICIONAIS, É ISSO?? PERGUNTAMOS A TODOS (AS).
Em nosso entendimento, essa decisão da juíza federal Raquel Domingues é injustiça total, é genocídio, é incitação ao ÓDIO, RACISMO E DISCRIMINAÇÃO contra as vidas Guarani-Kaiowá. Sabemos que ao longo de 513 anos, para nós sobreviver hoje como povo nativo Guarani-Kaiowá, os nossos antepassados Guarani-Kaiowá já foram assassinados pelos fazendeiros e já derramaram milhares de litros sangue nessas terras tradicionais Guarani-Kaiowa. Hoje, sabemos muito bem que esses milhares dos cadáveres e ossos de nossos antepassados Guarani-Kaiowá estão embaixo da plantação de soja, milhos e cana de açúcar do sul de Mato Grosso do Sul.
Uma terra antiga dessa é aqui na tekoha PINDO ROKY terras tradicionais Guarani-Kaiowá em que foram derramados muitos sangues no passado recente; estão enterrados milhares dos cadáveres e os ossos Guarani-Kaiowá, por essa razão que NA TEKOHA PINDO ROKY, enterramos mais um Guarani-Kaiowá DENILSON BARBOSA aqui no dia 18 de fevereiro de 2013.
Desde 12 de abril de 2013 quando a juíza federal Raquel Domingues expediu a sua decisão, nós comunidades de TEKOHA PINDO ROKY, reunimos e avaliamos as várias solicitações da juíza federal Raquel. Nós sobreviventes Guarani-Kaiowá de PINDO ROKY e decidimos diante da ordem cruel da juíza federal Raquel de Dourados-MS.
A princípio, decidimos com as vidas ou sem as vidas permanecer definitivamente aqui na TEKOHA PINDO ROKY e continuar a nossa manifestação pública contra as violências dos fazendeiros e da justiça do Mato Grosso do Sul, pedindo a prisão e punição ao assassino confesso Orlandino Carneiro.
Pedimos à juíza federal Raquel para enterrar os nossos cadáveres aqui perto do DENILSON BARBOSA, E NEM MORTOS NÃO VAMOS MAIS SAIR DA TEKOHA PINDO ROKY, QUE ASSASSINEM E ENTERREM-NOS TODOS AQUI NA TEKOHA PINDO ROKY, AQUI ESTÁ ENTERRADO O DENILSON BARBOSA E AQUI ESTÃO ENTERRADOS MILHARES GUARANI-KAIOWÁ, POR ESSA RAZÃO DECIDIMOS PERMANCER AQUI, VIVOS OU MORTOS JÁ ESTAMOS AQUI E FICAREMOS ENTERRADOS AQUI NA TEKOHA PINDO ROKY. NÃO TEMOS DINHEIROS PARA PAGAR À JUÍZA FEDERAL RAQUEL DOMINGUES.
NO PASSADO TINHAMOS VÁRIOS RECURSOS NATURAIS E TERRITÓRIOS IMENSOS QUE OS FAZENDEIROS TIRARAM DE NÓS. HOJE SÓ ÚNICO DE VALOR QUE TEMOS SÃO AS NOSSAS VIDAS, SÓ COM AS NOSSAS VIDAS PODEMOS PAGA-LA, QUEREMOS SOBREVIVER, POR ISSO LUTAMOS PELO PEDAÇO DE NOSSAS TERRAS TRADICONAIS, MAS SE JUSTIÇA FEDERAL E O GOVERNO BRASILEIRO CONSIDERA QUE NÓS GUARANI-KAIOWÁ NÃO DEVE MAIS SOBREVIVER NO MATO GROSSO DO SUL, ENTÃO, MANDEM MATAR TODOS NÓS GUARANI-KAIOWÁ. VIVOS SOFRIDOS OU MORTOS, OS NOSSOS CADAVERES E NOSSOS OSSOS ESTAREMOS SEMPRE NAS NOSSAS TEKOHA GUASU TRADICIONAIS GUARANI-KAIOWÁ NO SUL DE MS-BRASIL.
NESTE DIA DO ÍNDIO 19 DE ABRIL DE 2013, NÃO TEMOS NADA A COMEMORAR. DEPOIS DO DIA 22 DE ABRIL DE 2013 ESPERAMOS AS POLÍCIAS DA JUÍZA RAQUEL DA JUSTIÇA FEDERAL PARA NÓS MATAR E ENTERRAR AQUI NA TEKOHA PINDO ROKY-CAARAPÓ-MS-BRASIL, ESSA É A NOSSA DECISÃO DEFINITIVA QUE ENCAMINHAMOS A TODAS AS AUTORIDADES DO BRASIL E DO MUNDO.
ATENCIOSAMENTE,
TEKOHA GUASU PINDO ROKY, 18 DE ABRIL DE 2013.
COMUNIDADES GUARANI-KAIOWÁ DE TEKOHA PINDO ROKY/TEY’I KUE-CAARAPO-MS.
Fonte: internet
Por racismoambiental, 18/04/2013 17:06
Para: Presidente da República Dilma, presidente do Conselho Nacional da Justiça (CNJ), todos os juízes federais, todas as sociedades e Nações do planeta Terra
Senhores autoridades,
Nós milhares comunidades Guarani-Kaiowá reocupante da terra tekohá tradicional PINDO ROKY-Caarapo-MS, vimos através desta carta comunicar e encaminhar as nossas decisões definitivas às todas autoridades do Brasil e do Mundo.
No dia 12 de abril de 2013, ficamos sabendo que a juíza federal Raquel Domingues do Amaral da cidade de Dourados-MS mandou nós PARAR de nossa manifestação PÚBLICA pela JUSTIÇA E A JUÍZA FEDERAL EXPEDIU UMA ORDEM PARA NÓS SAIR daqui de nossa terra antiga PINDO ROKY onde estão enterrados os nossos antepassado, o último, NO DIA 18 DE FEVEREIRO DE 2013, enterramos aqui o DENILSON BARBOSA que foi assassinado pelo fazendeiro ORLANDINO BEZERRO CARNEIRO. Essa terra PINDO ROKY É NOSSA TERRA TRADICIONAL POR ISSO, HÁ DÉCADA, PEDIMOS A DEMARCAÇÃO PARA GOVERNO FEDERAL QUE DESDE 2008 ESTÁ EM ESTUDO DO GOVERNO FEDERAL.
Assim, desde 18 de fevereiro começamos a fazer manifestação pública aqui na tekoha PINDO ROKY, pedindo a justiça e prisão do assassino FAZENDEIRO, mas até os dias de hoje, não são e nem serão atendidos as nossas reivindicações pela justiça local do Mato Grosso do Sul, porém, no dia 12 de abril de 2013, saiu essa ordem de despejo DA JUSTIÇA FEDERAL, sobretudo uma ordem de genocídio oficial e mais violências formais da justiça federal de Dourados contra as nossas vidas Guarani-Kaiowá.
Além disso, a juíza federal Raquel Domingues do Amaral da cidade de Dourados-MS, mandou-nos exumar o DENILSON BARBOSA e levar longe do local enterrado, essa ordem é uma das mais injustiças, violência bárbaras e desumanas contra os espíritos dos cadáveres Guarani-Kaiowá E PROFUNDO DESRESPEITOS ÀS VIDAS DOS GUARANI-KAIOWÁ que foi ordenada pela juíza federal Raquel. A exumação do DENILSON é para ocorrer em dez (10) dias que vence no dia 22 de abril, justamente no dia de aniversário de invasão de nossos territórios tradicionais pelo PEDRO ALVARES CABRAL QUE COMPLETA 513 ANOS DE INVASÃO DE TERRAS INDÍGENAS E GENOCÍDIO GUARANI-KAIOWÁ.
A juíza federal Raquel, certamente com cheio de racismo e ódio profundo contra as sobrevivências indígenas e alimenta publicamente o genocídio, discriminação e ódio contra Guarani-Kaiowá, na sua decisão pedindo dinheiros para nós Guarani-Kaiowá, é para pagar a ela R$ 10.000,00 (dez mil reais por dia) que nos cobrará a partir do dia 22 de abril de 2013, depois de 513 da invasão do atual Brasil, claramente, nós Guarani-Kaiowá sobreviventes, teremos que pagar para o Governo e a Justiça do Brasil para sobreviver aqui em Mato Grosso do Sul. É ISSO?
COBRAR OS POVOS INDÍGENAS INJUSTIÇADOS, ISSO É JUSTIÇA?? NÓS GUARANI-KAIOWÁ TEMOS QUE PAGAR PARA SOBREVIVER EM NOSSAS PRÓPRIAS TERRAS TRADICIONAIS, É ISSO?? PERGUNTAMOS A TODOS (AS).
Em nosso entendimento, essa decisão da juíza federal Raquel Domingues é injustiça total, é genocídio, é incitação ao ÓDIO, RACISMO E DISCRIMINAÇÃO contra as vidas Guarani-Kaiowá. Sabemos que ao longo de 513 anos, para nós sobreviver hoje como povo nativo Guarani-Kaiowá, os nossos antepassados Guarani-Kaiowá já foram assassinados pelos fazendeiros e já derramaram milhares de litros sangue nessas terras tradicionais Guarani-Kaiowa. Hoje, sabemos muito bem que esses milhares dos cadáveres e ossos de nossos antepassados Guarani-Kaiowá estão embaixo da plantação de soja, milhos e cana de açúcar do sul de Mato Grosso do Sul.
Uma terra antiga dessa é aqui na tekoha PINDO ROKY terras tradicionais Guarani-Kaiowá em que foram derramados muitos sangues no passado recente; estão enterrados milhares dos cadáveres e os ossos Guarani-Kaiowá, por essa razão que NA TEKOHA PINDO ROKY, enterramos mais um Guarani-Kaiowá DENILSON BARBOSA aqui no dia 18 de fevereiro de 2013.
Desde 12 de abril de 2013 quando a juíza federal Raquel Domingues expediu a sua decisão, nós comunidades de TEKOHA PINDO ROKY, reunimos e avaliamos as várias solicitações da juíza federal Raquel. Nós sobreviventes Guarani-Kaiowá de PINDO ROKY e decidimos diante da ordem cruel da juíza federal Raquel de Dourados-MS.
A princípio, decidimos com as vidas ou sem as vidas permanecer definitivamente aqui na TEKOHA PINDO ROKY e continuar a nossa manifestação pública contra as violências dos fazendeiros e da justiça do Mato Grosso do Sul, pedindo a prisão e punição ao assassino confesso Orlandino Carneiro.
Pedimos à juíza federal Raquel para enterrar os nossos cadáveres aqui perto do DENILSON BARBOSA, E NEM MORTOS NÃO VAMOS MAIS SAIR DA TEKOHA PINDO ROKY, QUE ASSASSINEM E ENTERREM-NOS TODOS AQUI NA TEKOHA PINDO ROKY, AQUI ESTÁ ENTERRADO O DENILSON BARBOSA E AQUI ESTÃO ENTERRADOS MILHARES GUARANI-KAIOWÁ, POR ESSA RAZÃO DECIDIMOS PERMANCER AQUI, VIVOS OU MORTOS JÁ ESTAMOS AQUI E FICAREMOS ENTERRADOS AQUI NA TEKOHA PINDO ROKY. NÃO TEMOS DINHEIROS PARA PAGAR À JUÍZA FEDERAL RAQUEL DOMINGUES.
NO PASSADO TINHAMOS VÁRIOS RECURSOS NATURAIS E TERRITÓRIOS IMENSOS QUE OS FAZENDEIROS TIRARAM DE NÓS. HOJE SÓ ÚNICO DE VALOR QUE TEMOS SÃO AS NOSSAS VIDAS, SÓ COM AS NOSSAS VIDAS PODEMOS PAGA-LA, QUEREMOS SOBREVIVER, POR ISSO LUTAMOS PELO PEDAÇO DE NOSSAS TERRAS TRADICONAIS, MAS SE JUSTIÇA FEDERAL E O GOVERNO BRASILEIRO CONSIDERA QUE NÓS GUARANI-KAIOWÁ NÃO DEVE MAIS SOBREVIVER NO MATO GROSSO DO SUL, ENTÃO, MANDEM MATAR TODOS NÓS GUARANI-KAIOWÁ. VIVOS SOFRIDOS OU MORTOS, OS NOSSOS CADAVERES E NOSSOS OSSOS ESTAREMOS SEMPRE NAS NOSSAS TEKOHA GUASU TRADICIONAIS GUARANI-KAIOWÁ NO SUL DE MS-BRASIL.
NESTE DIA DO ÍNDIO 19 DE ABRIL DE 2013, NÃO TEMOS NADA A COMEMORAR. DEPOIS DO DIA 22 DE ABRIL DE 2013 ESPERAMOS AS POLÍCIAS DA JUÍZA RAQUEL DA JUSTIÇA FEDERAL PARA NÓS MATAR E ENTERRAR AQUI NA TEKOHA PINDO ROKY-CAARAPÓ-MS-BRASIL, ESSA É A NOSSA DECISÃO DEFINITIVA QUE ENCAMINHAMOS A TODAS AS AUTORIDADES DO BRASIL E DO MUNDO.
ATENCIOSAMENTE,
TEKOHA GUASU PINDO ROKY, 18 DE ABRIL DE 2013.
COMUNIDADES GUARANI-KAIOWÁ DE TEKOHA PINDO ROKY/TEY’I KUE-CAARAPO-MS.
sábado, 13 de abril de 2013
Panamá: Victoriano Lorenzo y la lucha Indígena
Fonte: Te Pito O Te Henua
Este año la conmemoración del fusilamiento del general Victoriano Lorenzo cobra relevancia a la luz de la lucha del pueblo Ngäbe-Buglé. Nuestros pueblos originarios deben buscar en los antepasados la fuerza moral de las luchas del presente.
VICTORIANO LORENZO Y LA LUCHA INDÍGENA
Por Olmedo Beluche
El Teniente Coronel Juan José Quirós, quien fuera secretario personal de Victoriano dice: “Nuestro General coclesano no hablaba de principios políticos ni liberales ni conservadores... Es la lucha de los campesinos recluidos en las montañas que sufren la carga de los impuestos (incluyendo diezmos y primicias), la escasez de alimentos y los ultrajes de las autoridades y de arrogantes oficiales militares” (Claudio Vásquez. Mis memorias sobre el General Victoriano Lorenzo. Relatos de viva voz del Tte. Coronel Juan José Quirós Mendoza 1900-1902).
Este año la conmemoración del fusilamiento del general Victoriano Lorenzo cobra relevancia a la luz de la lucha del pueblo Ngäbe-Buglé. Nuestros pueblos originarios deben buscar en los antepasados la fuerza moral de las luchas del presente. Las vidas de Quibián, de Urracá y de Victoriano nos hablan de una lucha continua de 500 años contra el saqueo y la injusticia.
La actitud de la oligarquía panameña frente a Victoriano ha oscilado en dos extremos: tratar de borrarlo de la memoria colectiva de su pueblo; o tratar de domesticar su recuerdo haciéndolo parecer como aliado de los “próceres” de 1903. Ambas falsificaciones con un mismo fin: negar el contenido claramente clasista, antioligárquico, campesino e indígena de su lucha.
En la Guerra de los Mil Días los liberales radicales, que en Panamá estuvieron representados por Porras, Correoso y Victoriano se sublevaron por libertades democráticas contra la alianza de conservadores y liberales moderados que se habían hecho con el poder en Colombia desde Rafael Núñez (1885). No se levantaron en armas por la supuesta “separación del Istmo de Colombia” como reiteradamente inventan algunos seudo historiadores.
Pero en el Istmo esa sublevación adquirió un carácter de revolución campesina, dirigida por Victoriano, contra los terratenientes de Coclé y Veraguas que abusaban de los “cholos” y usurpaban sus tierras. Esa peculiaridad se fraguó luego de la Batalla del Puente de Calidonia (25/7/1900), cuando el ejército conservador saqueó el pueblo de Victoriano (El Cacao), violó sus mujeres y quemó sus cosechas. Allí una asamblea de 500 indígenas proclamó a Victoriano general, el 20 de octubre, y marchó al cerco de Penonomé.
Victoriano y los miles de indígenas que le seguían pusieron a comer suela de zapatos a la oligarquía penonomeña y aguadulceña. Es esa revuelta campesina la que permite derrotar al ejército conservador en el interior y el retorno de otros líderes liberales, algunos de los cuales incluso intentaron quitarle el mando. Cuando Manuel Noriega y Manuel Patiño le requirieron, Victoriano contestó: “Eso no lo creo correcto porque LA PELEA ES PELEANDO. Si a mí me cogen preso me fusilan y, en cambio, a usted, que es blanco y es amigo del Prefecto, no le pasaría nada”.
A Victoriano lo fusiló la oligarquía panameña que exigió su cabeza en el “Wisconsin”. Lo fusiló el partido conservador, dirigido por Amador Guerrero en Panamá. Lo condenó a muerte un tribunal militar presidido por Esteban Huertas. Lo entregó Eusebio A. Morales. Lo fusiló Estados Unidos porque podía poner en peligro el Tratado del Canal. Acallándolo callaban al pueblo.
Kaos en la Red.
domingo, 24 de março de 2013
Criança Guarani Kaiowá exterminada por fazendeiros no MS
FAZENDEIROS ATROPELAM E MATAM MENINO DE 4 ANOS!
Por racismoambiental, 23/03/2013 18:13
Nota: A denúncia abaixo foi noticiada pelo jornal eletrônico Midiamax, do MS. Na versão, a avó, embriagada, levava três crianças, e o menino atropelado estaria andando no meio da pista, o que levou o veículo a atingi-lo em cheio. A mãe e o avô, chamados ao local do acidente, também estariam embriagados. Ou seja: não é só matar, mas, também denegrir! É uma situação duplamente revoltante e inadmissível! Aonde vamos parar? TP.
Informativo da Aty Guasu contra genocídio
É com profundo pesar, vimos informar a todos (as) que menino Guarani-Kaiowá de 4 anos do acampamento da margem da rodovia Ponta Porã e Dourados foi atropelado e dilacerado pelo carro das fazendas.
À noite do 22/03/2013, um carro seguiu e tentou atropelar um grupo de família Guarani-Kaiowá do acampamento de Tekoha Apyka’i; os adultos correram mas a criança não conseguiu se esquivar do carro. Assim o carro pisou e dilacerou o menino, o condutor do veiculo fez isso e foi embora em alta velocidade do local.
Com esse menino já são cincos Guarani-Kaiowá atropelados e dilacerados pelo carro das fazendas nessa mesma rodovia br. Em um ano, três Guarani-Kaiowá do acampamento indígena de Apyka’i foram atropelados de formas iguais pelo condutor; visivelmente o atropelamento ocorreu de modo intencional, isto é, não é acidente não.
Pedimos a todas autoridades federais para investigar e punir os mandantes e os autores desse crime bárbaro e desumano.
Liderança desse acampamento Guarani-Kaiowá Apyka’i já tem comunicado a todas autoridades federais que eles estão ameaçados de morte pelos jagunços dos fazendeiros que rodam todas as noites o seu acampamento, tentando queimar as barracas deles, envenenando a água da comunidade indígena.
Primeiro, um líder religioso idoso foi atropelado e dilacerado pelo fazendeiro. Ontem a noite foi o neto. Esses fazendeiros são extremamente cruéis. Assim, são os 5 Guarani-Kaiowá das mesmas famílias foram atropelados e dilacerados pelos fazendeiros.
Pedimos a justiça; há anúncio dos fazendeiros das regiões do sul de MS que praticarão, de forma planejada, as diversas violências bárbaras contras os Guarani-Kaiowá reivindicantes das terras tradicionais. Repudiamos essas ações cruéis e desumanas dos fazendeiros do sul de MS.
Atenciosamente,
Tekohá Guasu, 23 de março de 2013
Conselho da Aty Guasu contra Genocídio
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